Nos dias quentes, quando não há um ar-condicionado, o ventilador se destaca como a opção com o melhor custo-benefício. Prático e funcional, ele proporciona uma sensação de frescor no momento que o vento entra em contato com a pele, aliviando o desconforto do calor intenso.
Existem vários tipos no mercado, como ventiladores de teto, mesa, coluna e parede. Embora todos tenham a função principal de ventilar o ambiente, cada modelo possui características específicas que os tornam mais adequados para diferentes espaços.
Se você está em dúvida sobre qual opção escolher para sua residência, neste conteúdo apresentamos as vantagens e desvantagens de cada tipo, comparamos o consumo de energia e oferecemos dicas para ajudá-lo a decidir pelo melhor modelo. Confira!
O ventilador de teto já foi amplamente utilizado nos lares devido à sua capacidade de ventilar locais. Hoje, ele representa uma parcela menor nos projetos, mas isso significa que ficou irrelevante?
Não, pelo contrário. O ventilador de teto evoluiu, incorporando características como eficiência energética, design moderno e maior capacidade de ventilação. Porém, aconteceu também a ascensão do ar-condicionado como a principal escolha para combater o calor, especialmente quando o custo não é um problema.
Contudo, não é só o preço que influencia na decisão. Avaliações mostram que muitas pessoas preferem o ventilador de teto por não intensificar problemas respiratórios, como rinite, ao contrário do ar-condicionado, que pode causar desconforto em quem sofre com essas condições.
Nesse sentido, se você gosta ou precisa de um ventilador de teto, saiba que ele não ficou ultrapassado ou fora de moda. Embora o ar-condicionado seja bastante procurado pela eficiência e estética, o ventilador de teto continua relevante.
Algumas opções têm funcionalidades como iluminação integrada, controle remoto, dimmer, pás retráteis, tecnologia inverter e muito mais.
O ventilador de mesa é, sem dúvida, uma opção prática e acessível, principalmente quando comparado a outros modelos. Sua relação entre preço e funcionalidade o torna uma das primeiras escolhas, mas ele não é ideal para todos os ambientes.
De modo geral, o ventilador de mesa é recomendado para ventilação pontual, sendo mais adequado para refrescar cômodos pequenos com poucas pessoas. Uma solução compacta e eficiente para essas situações.
O ventilador de coluna é uma versão mais robusta do ventilador de mesa, recomendado para grandes áreas. Sua altura permite que o vento alcance melhor todo o ambiente.
O ventilador de parede é uma das opções mais eficientes, oferecendo grande fluxo de ar devido à sua robustez, tanto na estrutura quanto nas especificações técnicas, como o RPM e a potência.
Embora seja muito utilizado em empresas e comércios, nada impede seu uso em casa. Apenas é importante considerar alguns detalhes, como o alto fluxo de vento, que pode gerar um nível de ruído proporcional.
Como vimos ao longo do conteúdo, os ventiladores consomem pouca energia, especialmente em comparação com o ar-condicionado. Mas, quanto conseguimos economizar?
Para ilustrar, vamos calcular o consumo de energia de um modelo de cada tipo de ventilador. A conta visa determinar o consumo em kWh, multiplicando a potência dos ventiladores (W) pelo tempo de uso (h) e dividindo o resultado por 1000.
Para este exemplo, selecionamos o Ventilador de Teto Tron Búzios Max que tem 130W de potência e vamos supor que você utilizou ele 6 horas por dia.
Se multiplicar 130W x 6h = 780W / 1000 = 0,78 kWh.
Para saber o consumo mensal, basta multiplicar o consumo diário (0,78 kWh) pelo tanto de dias que ele foi usado.
Se você utilizou por 30 dias, considere 30 x 0,78 = 23,4 kWh. Mas, quanto isso representa na fatura de energia elétrica? Para descobrir, basta multiplicar o consumo mensal (23,4 kWh) pela tarifa de energia da sua casa.
Pegamos como exemplo a tarifa de energia 0,61791 R$/kWh.
Então, multiplicando 23,4 kWh x 0,61791 = R$ 14,45.
Agora, faremos o mesmo cálculo, com o mesmo tempo de uso em horas e dias, com o Ventilador de Mesa Ventisol Turbo, que tem 80W de potência.
Se multiplicar 80W x 6h = 480W / 1000 = 0,48 kWh.
Para saber o consumo mensal, basta multiplicar o consumo diário (0,48 kWh) pelo tanto de dias que ele foi utilizado.
Se você usou por 30 dias, considere 30 x 0,48 = 14,4 kWh. Mas, quanto isso representa na fatura de energia elétrica? Para descobrir, basta multiplicar o consumo mensal (14,4 kWh) pela tarifa de energia da sua casa.
Pegamos como exemplo a tarifa de energia 0,61791 R$/kWh.
Então, multiplicando 14,4 kWh x 0,61791 = R$ 8,89.
Seguindo a ideia, faremos o mesmo cálculo, com o mesmo tempo de uso em horas e dias, com o Ventilador De Coluna Venti-Delta New Delta Free, que tem 140W de potência.
Se multiplicar 140W x 6h = 840W / 1000 = 0,84 kWh.
Para saber o consumo mensal, basta multiplicar o consumo diário (0,84 kWh) pelo tanto de dias que ele foi utilizado.
Se você usou por 30 dias, considere 30 x 0,84 = 25,2 kWh. Mas, quanto isso representa na fatura de energia elétrica? Para descobrir, basta multiplicar o consumo mensal (25,2 kWh) pela tarifa de energia da sua casa.
Pegamos como exemplo a tarifa de energia 0,61791 R$/kWh.
Então, multiplicando 25,2 kWh x 0,61791 = R$ 15,57.
Agora, faremos o mesmo cálculo, com o mesmo tempo de uso em horas e dias, com o Ventilador de Parede Tron Premium, que tem 130W de potência.
Se multiplicar 130W x 6h = 780W / 1000 = 0,78 kWh.
Para saber o consumo mensal, basta multiplicar o consumo diário (0,78 kWh) pelo tanto de dias que ele foi utilizado.
Se você usou por 30 dias, considere 30 x 0,78 = 23,4 kWh. Mas, quanto isso representa na fatura de energia elétrica? Para descobrir, basta multiplicar o consumo mensal (23,4 kWh) pela tarifa de energia da sua casa.
Pegamos como exemplo a tarifa de energia 0,61791 R$/kWh.
Então, multiplicando 23,4 kWh x 0,61791 = R$ 14,45.
Como você viu nos exemplos acima, mantivemos o mesmo tempo de uso em horas e dias, bem como a tarifa de energia elétrica. O que mudou foi a potência dos ventiladores, ou seja, o quanto que eles consomem de energia para realizarem seus trabalhos.
Isso significa que é válido analisar a potência pensando na eficiência do aparelho, porém não é somente ela que diz se ele faz mais vento. Até porque, quanto mais potente é o ventilador, mais ele consome energia.
Nesse sentido, você precisa verificar outras informações, principalmente a capacidade de vazão em m³ e o RPM (Rotações por Minuto), sendo que este, atrelado a outros pontos, é que de fato diz se o ventilador faz mais vento.
Na prática, tanto o Ventilador de Teto Tron Búzios Max, quanto o Ventilador de Parede Tron Premium tem 130W, ou seja, consomem em um mesmo período de horas e dias, a mesma quantidade de energia.
Contudo, quando avaliamos o quesito vento, enquanto o Ventilador de Parede Tron Premium tem 1.500rpm, o Ventilador de Teto Tron Búzios Max tem 410rpm. Ou seja, o ventilador de parede faz mais vento do que o ventilador de teto.
Então, o ventilador de parede é melhor? Não necessariamente. Ainda é preciso considerar o número de pás (quanto mais pás, maior é capacidade de espalhar o vento), a angulação das pás e a capacidade de vazão dos dois ventiladores.
Analisando também esses aspectos você consegue definir um modelo adequado para a sua necessidade que una economia e eficiência, garantindo dias mais agradáveis.
1 Metragem do ambiente: verifique o tamanho do local onde o ventilador será instalado
2 Modelo: decida entre teto, mesa, coluna ou parede, de acordo com a necessidade do espaço e sua preferência
3 Potência: quanto maior a potência, maior a ventilação e o consumo de energia
4 Tensão elétrica (127V ou 220V): certifique-se de que é compatível com a rede elétrica da sua casa
5 RPM (Rotações por Minuto): Quanto maior o RPM, mais vento o ventilador fará
6 Área de ventilação: identifique nas especificações o tamanho do local que o ventilador consegue atender
7 Quantidade de pás: A quantidade de pás impacta na distribuição do vento. Ventiladores com 2-3 pás são indicados para ambientes pequenos; 4-6 pás para espaços maiores
8 Inclinação e comprimento das pás: A inclinação ideal é de 12 a 15 graus, e quanto mais longas as pás, maior a área de ventilação
9 Eficiência energética: verifique se o ventilador possui o Selo Procel. A letra “A” indica alta eficiência, e “E” menor eficiência
10 Recursos: avalie as funcionalidades que você deseja, como controle remoto, níveis de velocidade, iluminação, ajuste da temperatura da cor da luz, etc
11 Tipo de controlador: pode ser controle remoto, dimmer ou interruptor
12 Nível de ruído: opções mais potentes, como os de parede, geralmente emitem mais ruído. Analise esse detalhe independentemente do tipo de ventilador
13 Facilidade de reposição de peças.
Como vimos, a escolha do ventilador perfeito para sua casa envolve avaliar diversos fatores, como as vantagens e desvantagens de cada modelo, o cálculo do consumo de energia e critérios como potência, RPM, área de ventilação, e características das pás (quantidade, tamanho e inclinação).
Esperamos que este conteúdo tenha esclarecido suas principais dúvidas sobre os ventiladores de teto, mesa, coluna e parede, ajudando você a escolher a opção que melhor combine economia e eficiência.
E se já você já definiu o modelo, confira em nossa categoria as mais de 200 opções de ventiladores disponíveis!
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