Com tantas opções no mercado, escolher um chuveiro pode ser mais desafiador do que parece. Além do design, é essencial considerar critérios que garantam não apenas um modelo bonito, mas também funcional.
Para te ajudar nessa escolha, reunimos os principais fatores que você deve analisar antes da compra. Continue a leitura e descubra como acertar!
O primeiro aspecto que você precisa avaliar ao escolher um chuveiro é a pressão da água na sua casa ou apartamento. Ela é medida em M.C.A. (Metros de Coluna d’Água), que corresponde à distância entre a caixa d’água e o ponto de uso.
Quanto maior essa distância, maior a pressão; quanto menor, menor a pressão. Isso explica por que casas térreas e apartamentos nos últimos andares costumam ter pouca pressão, enquanto casas de dois andares e apartamentos nos primeiros andares tendem a ter uma pressão mais alta.
Os chuveiros disponíveis no mercado geralmente funcionam com pressões entre 2 M.C.A. e 40 M.C.A., tornando mais fácil encontrar um modelo adequado. No entanto, é fundamental identificar ou medir a pressão da água na sua casa antes da compra para garantir um banho confortável.
Se você não sabe qual é a pressão da sua casa, pode consultar a distribuidora de água ou instalar um manômetro para medi-la corretamente.
Caso a pressão seja baixa, há soluções como a instalação de uma válvula para transferir a pressão da água da rua para sua casa ou o uso de um pressurizador para aumentar a força da água nos pontos de uso.
Identificar a pressão da água é essencial para evitar problemas como um fluxo fraco durante o banho ou até vazamentos no chuveiro devido a uma pressão excessiva que o aparelho não suporta.
A seguir, apresentamos os modelos mais comuns de chuveiros. Confira!
O chuveiro elétrico e o chuveiro eletrônico são a mesma coisa? Apesar da semelhança, eles se diferenciam em um ponto crucial: o ajuste da temperatura.
No chuveiro elétrico, a temperatura é alterada por um seletor, normalmente com três opções fixas: quente, morno e frio. Já no chuveiro eletrônico, a regulagem é feita por uma haste, permitindo um ajuste gradual e preciso da temperatura.
Devido a essa diferença, a maioria dos chuveiros elétricos exige que você os desligue antes de mudar a temperatura, enquanto os eletrônicos possibilitam a alteração sem a necessidade de desligamento.
Outro ponto importante é a durabilidade da resistência. Como o chuveiro eletrônico faz a mudança de temperatura de forma gradativa, ele sobrecarrega menos o equipamento e reduz o risco de queima.
Já no chuveiro elétrico, trocar a temperatura com o aparelho ligado aumenta muito as chances de danificar a resistência. Por isso, desligá-lo antes da troca é essencial para prolongar sua vida útil.
O chuveiro híbrido é uma opção prática e versátil, pois permite alternar entre diferentes formas de aquecimento da água durante o banho.
Com esse modelo, você pode começar o banho utilizando energia elétrica e, assim que a água atinge a temperatura ideal, a resistência desliga automaticamente, passando a usar o aquecimento solar ou a gás.
Essa alternância entre fontes de aquecimento proporciona mais economia e flexibilidade, possibilitando que você aproveite as condições do clima ou escolha a opção mais vantajosa conforme o custo da energia elétrica e do gás.
No entanto, se você atualmente usa um chuveiro elétrico e deseja trocar por um híbrido, será necessário investir em um sistema de aquecimento solar ou a gás para aproveitar todos os benefícios desse modelo.
O chuveiro blindado se destaca por sua resistência protegida, o que reduz problemas comuns, como queima e corrosão, já que ela não tem contato direto com a água.
Mas, será que essa blindagem impede completamente que a resistência queime? Não exatamente. Embora a proteção minimize bastante esse risco, ainda há chances de que isso aconteça — apenas com menor frequência em comparação aos modelos convencionais.
Além de aumentar a durabilidade da resistência, essa blindagem também evita a corrosão, garantindo um chuveiro mais eficiente e com maior vida útil.
O chuveiro digital é uma opção tecnológica e funcional, pois permite que você ajuste e visualize suas funções diretamente no painel digital, incluindo a temperatura exata do banho.
O chuveiro autolimpante possui um sistema interno de autolimpeza que é ativado sempre que você fecha o registro e, em alguns modelos, também ao alterar o tipo de jato.
Esse recurso torna o dia a dia mais prático, pois evita o acúmulo de sujeira nos crivos do espalhador, eliminando a necessidade de desobstruí-los manualmente.
O chuveiro com pressurizador é uma solução prática para aumentar a pressão da água em casas ou apartamentos onde a caixa d’água está muito próxima dos pontos de uso.
Esse modelo conta com um dispositivo interno que intensifica o fluxo de água, deixando o jato mais forte e volumoso.
Como mencionado anteriormente, você pode identificar a pressão no seu lar observando o fluxo de água ou instalando um manômetro.
Se a pressão for inferior a 5 M.C.A., um chuveiro com pressurizador é o mais indicado. Outra opção é instalar um pressurizador separado, recomendado caso você queira outro tipo de chuveiro ou precise aumentar a pressão em todos os pontos de uso.
Apesar do nome, a ducha fria também é um tipo de chuveiro. A diferença é que ela não possui resistência interna, ou seja, a água chega ao espalhador sem aquecimento.
Para usá-la com água quente, é necessário investir em um sistema de aquecimento externo, como a gás, solar ou boiler. A vantagem é uma grande economia de energia, já que o aquecimento não depende da eletricidade do chuveiro.
No entanto, esse modelo tem fama de gastar mais água. Isso acontece porque sua vazão costuma ser maior e, muitas vezes, é preciso deixar o registro aberto por alguns segundos até que a água quente chegue ao espalhador.
A potência, medida em Watts (W), indica o quanto o chuveiro elétrico consome para aquecer a água. No mercado, é possível encontrar modelos com potências que variam entre 3500W e 7800W. No entanto, é importante ter cautela ao escolher a potência ideal.
Isso acontece porque, quanto maior a potência, maior será o consumo de energia elétrica. Além disso, é primordial verificar se a fiação da sua casa é compatível com o chuveiro definido. Modelos de maior potência exigem fiação mais grossa; caso contrário, o risco de acidentes aumenta.
Mas, como definir a potência adequada?
Se você mora em uma região fria ou com invernos rigorosos, é recomendado optar por um chuveiro mais potente, com potência acima de 6500W. Isso garantirá que a água esquente bem.
Por outro lado, se você vive em um local com temperaturas amenas e invernos suaves, um modelo de 5500W pode ser suficiente para atender às suas necessidades.
Vale lembrar que o consumo de energia do chuveiro elétrico não depende apenas da potência. O tempo de uso e a quantidade de banhos por mês também são fatores que influenciam no consumo, muitas vezes até mais do que a própria potência.
A voltagem é a força com que a tensão empurrará a corrente elétrica pelos fios até o chuveiro. No mercado brasileiro, as duas voltagens disponíveis são 127V e 220V.
Por isso, é fundamental que você escolha a voltagem compatível com a rede elétrica da sua casa, para garantir o funcionamento correto do chuveiro.
Sem dúvida, o design e a cor do chuveiro são aspectos importantes e devem estar em sintonia com o estilo de decoração do seu banheiro.
Por exemplo, modelos redondos são clássicos e combinam bem com projetos mais clean, enquanto as opções quadradas trazem um ar mais contemporâneo ao ambiente.
Em relação às cores, o branco é uma escolha atemporal, principalmente em modelos modernos. No entanto, atualmente é possível encontrar chuveiros em diversas cores. O preto e o cinza, por exemplo, são opções imponentes e versáteis.
Se você busca algo mais ousado, modelos em dourado, cobre e rose gold são ideais, pois combinam com propostas diferenciadas e inovadoras. Porém, vale a pena considerar que essas cores podem se tornar cansativas ao longo do tempo.
Uma boa dica é combinar a cor do chuveiro com os metais do seu banheiro. Embora não seja uma regra, é interessante observar quais tons se destacam no ambiente para assim decidir se deseja que o chuveiro seja um ponto de destaque ou não.
Considerar o consumo de energia elétrica também é fundamental. Você sabe que quanto maior a potência, maior será o consumo de energia, certo? No entanto, a potência não é o único fator que impacta no gasto de energia.
O tempo médio de banho, a quantidade de banhos e a temperatura selecionada também são aspectos que influenciam diretamente na sua fatura de energia.
Por isso, além de verificar a etiqueta do Procel de eficiência energética, que vai de A (muito eficiente) até G (pouco eficiente), é interessante fazer o cálculo do consumo para ter uma estimativa mais precisa.
Sem dúvida, chuveiros de 7800W tendem a consumir bastante energia, mas o uso consciente pode fazer toda a diferença nos gastos.
A escolha entre um chuveiro com instalação no teto ou na parede depende das condições da instalação elétrica e hidráulica do seu banheiro.
Se o cano de água já sai da parede e você não deseja fazer uma reforma para incluir uma instalação no teto, a opção será por um chuveiro elétrico ou uma ducha, caso já tenha um sistema de aquecimento de água em casa.
Por outro lado, se você não possui um sistema de aquecimento e não pode ou não deseja investir em um no momento, a melhor escolha será um chuveiro elétrico. Vale lembrar que o chuveiro elétrico só pode ser instalado na parede.
Enquanto o chuveiro de parede é indicado para banheiros menores, pois otimiza o espaço, o chuveiro de teto pode ser instalado no centro do box, proporcionando um banho mais confortável. No entanto, esse modelo é mais recomendado para banheiros grandes.
Nesse contexto, lembre-se que:
Curva de vazão do Chuveiro Acqua Century Eletrônico
A vazão do chuveiro se refere à capacidade de fornecimento de água por minuto, e ela pode variar bastante de um modelo para outro. Quanto maior a vazão, mais agradável será o seu banho, pois você terá mais água disponível.
No entanto, é importante ficar atento ao consumo de água. Modelos com alta vazão podem gerar um gasto excessivo, o que pode impactar sua conta de água.
Além disso, lembre-se de que a pressão da água é essencial para garantir um banho realmente prazeroso. Ou seja, não adianta escolher um chuveiro com alta vazão se a pressão da água na sua casa for baixa, pois o jato d’água sairá fraco.
Geralmente, a vazão é descrita no manual de instruções ou no site do fabricante, por isso é válido verificar essa informação antes da compra.
Se você optar por uma ducha fria, é fundamental que a vazão da ducha seja proporcional à vazão do seu aquecedor a gás, solar ou boiler, para ter eficiência.
O espalhador é a estrutura com os furos por onde a água sai do chuveiro. Espalhadores maiores tendem a cobrir uma área maior do corpo, proporcionando um banho mais relaxante.
No entanto, esse benefício só será aproveitado se a pressão da água for adequada ao aparelho. Caso contrário, você terá um espalhador grande com um jato d’água fraco, o que não oferece a experiência desejada.
Por outro lado, espalhadores menores não significam, necessariamente, um banho inferior. Duchas frias com espalhador menor e pressão compatível costumam entregar um jato mais intenso e concentrado, o que pode ser ideal se você prefere um banho com a água mais direcionada.
Além disso, atualmente, há chuveiros elétricos e duchas disponíveis com espalhadores de diferentes tamanhos. Portanto, para escolher a melhor opção, é importante considerar o tipo de experiência que você prefere no banho, para então, decidir a dimensão do espalhador.
A alteração da temperatura pode ser feita de três formas: manual, eletrônico ou digital. Esse é um ponto que você pode considerar ao escolher o modelo, caso julgue necessário.
No caso das duchas, a mudança de temperatura ocorre diretamente no painel do sistema de aquecimento. Já nos chuveiros, as opções variam:
Se você optar por uma ducha, será necessário ter um sistema de aquecimento. Dessa forma, é essencial decidir qual tipo de aquecimento escolher: a gás ou solar. Em seguida, você deve fazer orçamentos e contratar um profissional capacitado para realizar a instalação.
Colocar tudo na ponta do lápis vai ajudar você a ter clareza sobre o investimento necessário para ter uma ou mais duchas em casa e avaliar se essa opção é viável no momento.
Sem dúvida, os chuveiros fabricados em metal ou aço inox são mais resistentes e duráveis do que os modelos feitos de plástico.
No entanto, hoje em dia, existem opções de plástico mais forte, com durabilidade maior.
Em relação à temperatura da água, os modelos em metal geralmente suportam temperaturas mais altas, enquanto os de plástico possuem um limite menor.
Portanto, analise o que faz mais sentido para você, especialmente em termos de orçamento, e escolha o material que se alinhe às suas preferências e possibilidades.
É importante avaliar também a opinião dos outros moradores, principalmente se eles utilizam o mesmo chuveiro.
Se houver crianças ou idosos em casa, um modelo com ducha manual pode ser uma boa opção, tornando o banho mais prático e funcional.
Nesse sentido, vale a pena anotar as preferências de cada um para escolher uma opção que proporcione um banho confortável para todos os membros da família.
Como você pôde perceber ao longo do conteúdo, são diversos os critérios a serem analisados para definir o chuveiro perfeito para o seu lar.
Esperamos que essas informações ajudem você a decidir pelo modelo que melhor atenda às suas necessidades, considerando aspectos como funcionamento, durabilidade e funcionalidade.
Na Lumi, você encontra várias opções de chuveiros e duchas. Confira e escolha o melhor para você!
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